Do Ibirapuera ao Fim

Acordei com a Claudinha querendo saber tudo sobre o show. Estranho você contar uma coisa que pra ti foi inexplicável. Tentei ao menos. Almoçamos, e logo em seguida ela me chamou pra dar uma volta.
Destino: Parque e Shopping do Ibirapuera.
Eu, Claudinha e Ivana. Dois magrelos e uma baixinha de olhos lindos. Conheci o verde do Parque do Ibirapuera. Quantas pessoas juntas e que não se conseguiam preencher o espaço verde do gramado tão limpo do Parque. Gringos, esportistas, pessoas ganhando o pão de cada dia, e alguns caipiras do interior como eu, admirando tudo. Fiz altas fotos bacanas.
Cara e vi uma menina descendo de skate em uma das ruas do parque em desembalada carreira, ela não conseguia parar, resultado, um tombo fantástico. Mas ela levantou rapidinho se limpo e subiu do skate de novo, foi até engraçado a cabeleira dela em um movimento contrário da cabeça.

O verde acabou e fomos, para uma torre de pedra, eu em particular ficar de boca aberta com a estrutura do Shopping do Ibirapuera, e quês pedras, muitos andares, muitas escadas, muitos espelhos, muitas lojas, muita gente chique e eu me sentindo um gringo indo de chinelo pro shopping, (risos), se comprei alguma coisa? Claro que sim, uma bolacha Passatempo (merchan) em uma das Lojas Americanas. E uma loja em particular me chamou atenção, era uma revendedora da Apple, e me diz como não se apaixonar por um dos computadores da maça mais suculenta do mercado?



E acaba a ilusão, na segunda de manhãzinha fui com a minha “Magrela” até o terminal rodoviário de Osasco, comprei a passagem e embarquei de volta pro meu triângulo vermelho. Uma experiência fantástica, uma emoção incrível, um sentimento sublime sobre tudo aquilo que eu tinha passado no fim de semana. Muito prazer São Paulo, muito prazer Morumbi, Ibirapuera e muito, muito prazer, uma situação inenarrável estar em tua presença Beyoncé, e na próxima turnê estarei lá, mas com uma Pista Premium já, não quero sofrer de novo não hein, (risos).

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