BEYONCÉ - I AM...WORLD TOUR - BRASIL Eu Fui!

E finalmente chega 06 de Fevereiro de 2010. A data que sempre irá me fazer lembrar. Até este momento que escrevo esse post é a data mais marcante em minha vida em todos os sentidos. Era São Paulo, era Beyoncé e era Ivete tudo de uma só vez, e tudo pela primeira vez.

Acordei às 07:00 e com minhas coisas arrumadas (dinheiro, documento, ingresso, mp3 e câmera fotografica), eu junto de Claudinha pegamos o ônibus e encaminhamos ao Estádio do Morumbi, e fui prestando atenção em tudo o que ela dizia, porque no meu pós show tive uma aventura que depois conto aqui. Dentro do ônibus dava pra sentir a minha pulsação a metros de mil.
08:15 minha chegada em um dos mais famosos estádios de Sampa, Morumbi. Portão 2. Uma fila até então não muito grande. E um sol, e que sol, como estava quente aquele dia, minha pele queimava, quandos guarda chuvas tinha, toalhas, até um guarda sol de praia e no movimento e familiarização ao ambiente fiz amizades com pessoas incríveis.

Bebi água, refri, comi uma baguete com a Letícia, conheci o Kiwi (Filipe), o Alex, também de Minas e uma senhora super simpática que estava guardando lugar pro ex marido e pra filha que iria assistit ao show. Queria comprar uma camiseta mas estava super cara. Cantamos músicas da Diva, e como é lindo todo o povo cantando junto. Suei, brinquei devo ter aparecido em muitos canais regionais de São Paulo. E estava em um local, onde o único objetivo é ter a chance de ver uma das maiores sensações da música Pop de todos os tempos, cantando pela primeira vez aqui no nosso querido Brasil, e detalhe, em uma de suas fases mais bem reconhecidas. Beyoncé fez unir nessa data, cerca de 60 mil fãs, de diferentes generos e idades, que obteve tudo o que a cantora poderia oferecer.

Por volta do meio dia eu e Lê fomos dar uma volta pelo estádio pra ver a movimentação tinha mais uns 5 portões, e como eu estava feliz da minha fila, porque os portões de acesso das arquibancadas estavam quilometricas era impressionante. Às 14:00 foi nostáugico, como em Sampa tudo é rápido, a fila do portão 2 de acesso a Pista começou a dar voltas e voltas, simples assim, surgiu gente do nada, de Minas, do Rio, de todo o estado de SP, até de MT. E como foi boa aquela energia.

Às 16:00 e alguns minutos os portões abrem, depois de uma chuva de salgadinho Ruffles eu acho. E a fila anda, para, anda, anda, para, e depois corre, e todo mundo corre, os guardas revistam, olham o ingresso, me devolve o canhoto (canhoto palavra feia), ganho chocolate da Nestlé e nossa uma delícia. Nesse momento, não encontro mais minha galera, fiquei independente, eles foram pra uma outra grade, e pra mim estava longe demais, fui pro miolo do campo, na grade, exausto.

Quem conheço neste momento? Alex, super gente boa, e adorava enxugar o olho por causa na lente na minha camisa (nojo isso, risos). Quente, muito calor humano, em excesso pra falar a verdade, sorte que eu sou alto, era só levantar o queixo que conseguia respirar ar fresco, o mormasso era impressionante. O efeito disso foi muitas pessoas passando mal, muitas mesmo, sendo carregadas.

Pra piorar só um pouquinho, chove. E chove muito, pedrinhas de gelo, e molhei muito, tive que sair pois estava com a camera da minha madrasta e corria o risco dela enxarcar com tanta chuva, sai. A proteção do gramado, boa parte estava imersa. Escondi no corredor por onde eu tinha entrado. Tremia de frio, tirei a camisa, o tênis a meia, sentei num canto, tentei dar uma secada na roupa. Esperei. A chuva parou por voltas das 19:30 e o NuNo volta à batalha. Todo mundo já tinha ocupado meu lugar. Desastre.

E o show de abertura feito pela Ivete inicia, mas uma multidão inicia também, quantas pessoas pulando, dançando, gritando e num coro impressionante. Nunca tinha sentindo tanto axé à flor da pele. Lembrei da minha irmã que é apaixonada na Ivetinha. E com esse vulco-vulco todo onde eu estava? Na grade. Novamente, com toda a energia e apreensão possível.
O silêncio paira no Morumbi, Vanessa da Mata de BG o som para, todo mundo grita, e a Vanessa volta (risos) era super cômico.


O Show em especial estava previsto de início para as 22:00 e foi justamente nesse horário que Crazy in Love tomou conta de mim de uma forma inesplicável, uma sensação sublime que ultrapassou o meu sistema nervoso. Chorei? Nossa e muito, um sonho realizado. A melhor de todas as minhas aventuras.

Porém, almoço, 11 da manhã, comida e bebida dentro do estádio, impossível, resultado, tontura extrema. Mas acho que era inconsciente. Os bombeiros me levaram pro pronto atendimento médico da Pista Premium, atravessei o estádio pelo corredor que passou vários famosos e eu me achando, comecei a acenar pra todo mundo (risos). Cheiguei lá, falei que minha pressão tinha baixado e era só beber uma água. Rá, enganei o bobo, na casca do ovo. Sai de lá, e economizei cerca de $470,00, mais massa, cheguei pertíssimo da plataforma central, muito perto dela, perto da Diva, da Bee, minha Bee.


Foi sem sombra de dúvidas, a melhor das minhas experiências, a realização mais bem aproveitada, e sim na próxima estarei lá novamente.

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